Coubestes as feras,
feridas de espanto,
cheias de profundas cicatrizes,
com sentimentos, desérticos,
pendulas sob o cálice...
Amar. Sofrer. Sentir.
Amar como vorazes rosas;
Como, na iminência da glicose,
o ecótono sofrer;
E, hereditariamente,
condenados a sentir (.)
Adorei o detalhe do ponto final entre os parênteses. Parabéns! Continue escrevendo. bjs
ResponderExcluirQue bom que entendeu essa parte kkk. Muito obrigado Carol!
ExcluirAdoro poesias e ter aluno poeta é muito chique. Parabéns!
ResponderExcluirkkkkkkk obrigado Flávia! Ter uma professora que tem gosto por poemas é muito chique.
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