sábado, 23 de setembro de 2017

Re Flexo

Ajeita o rádio,
O martelo, antena, a cabeça.
Ajeite-se da forma que te aqueça.
Caia no ílio,
Flutue, afoga-se.
Aprochega, acomode-se.
Trepe sobre o mal alelo.
Trance, de forma amável.
Para que fique confortável .
É estranho, é patético.
É um anestésico,
Provoca uma sensação formigavel,
Aquela coisa amável.
Deitados em um uni céu.
Parece que estamos flutuando...
Leves, porém carregados.
Parece que estamos amando,

Mas na verdade estamos sendo amados.
Reflita, reabsorva.
Ache a verdade, não se mova.
Quieto, entenda.
Pois é para toda vida, esta ementa.
Se não for para sempre,
Que seja para marte,
Vênus, sol, plutão.
Mas não que seja em vão.
Que tenha valor.
Solta sob o úmero.
Ao se aprochegar, reflita.
Pois este amor é i-número.

sábado, 22 de julho de 2017

O preço

Saiba valorizar,
Por menor que seja.
Canto. Ofensa. Carinho.
Valores, caros.
Meus caros, amores.
Aprenda que o segredo é,
Ser. Sempre, de verdade.
Se não te faz bem,
Não desvalorize,
Dê valor.
Para um próximo, comprar.
Mas não dê o seu valor,
Aprenda dar valor...
Pois valores são caros.
Então,
Saiba valorizar.

sábado, 20 de maio de 2017

Careça de prazeres,
Sempre.
Pois a eminência é fria,
Solida e maciça.
Repleta de solidão,
Me perco em seus olhos.
Boca, cabelo.
Em você.
Seus seios,
Sensíveis como uma lágrima.
Seda.
Mordida, beijo..
Um misto tenso.
Um tesão intenso.
Seu toque, carinhoso,
Te venero.
Faz meus olhos alvoroçados,
Se mostrarem realçados
Pelo fato de, você,
Ser. Abraçar. Alcançar.
Um coração jamais tocado,
Por um simples ato.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Massinha

Erros descomunais,
Acertos portentosos.
A vida é assim,
Lá e cá...
A gente se acerta,
Como os raios de uma bicicleta.
Tudo flui, transparece,
Como quando a praga, adoece.
Em rimas, palavras cantam,
Pássaros voam.
O gato mia,
Uma triste melodia.
Em versos, fico na minha.
Moldando palavras,
Como massinhas.
Falando de amor, sem rancor
Como um regozijo...
Erros descomunais,
Acertos portentosos,
Lá e cá...
Essa é a vida,
Essa é a ladainha..
Confio nela e ela também,
Me completo nela, e ela também.
Essa é Marina,
Moldada em versos e rimas,
Auscultando o meu poema,
Sei que ela é minha.
Com erros descomunais e acertos portentosos,
Somos feitos massinhas.
Completos, maciços.
Porém, moldáveis.
Sem uma forma certa,
E sim uma forma congruente.
Eu e ela, abismados com o amor.
Apaixonados sem "cor".
Apenas um feel de amante,
Que quero levar por toda vida.
Adiante. Viva. Curta. Absorva. Seja minha.
Eternos apaixonados,
Concedidos à massinhas.
Erros descomunais,
Acertos portentosos.
Sem pensar em momentos finais,
Levá-la para sempre. Sei que posso.
Marina... amiga, papai, mamãe e titia.
Queremos viver um mundo sem leis...
Um mundo massinha.
Como já dizia nando reis,
"Você invade mais um lugar"
E neste lugar, tornou-se minha.



Depois de um longo tempo sem escrever hahahha na madruga boladão :)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

"Sento aqui nas escadas,
Pois prefiro ficar sozinho.
Se eu não posso te ter agora, eu esperarei, querida"
(...)
"Nós não vamos fingir,
Nunca vou quebrar isso,
Porque eu não aguentaria.
Um pouco de paciência, sim
Precisamos de um pouco de paciência.
Apenas um pouco de paciência
Mais um pouco de paciência"

Patience...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

sexta-feira, 29 de julho de 2016

"A confiança que temos em nós mesmos, reflete-se em grande parte, na confiança que temos nos outros."


François La Rochefoucauld