quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Massinha

Erros descomunais,
Acertos portentosos.
A vida é assim,
Lá e cá...
A gente se acerta,
Como os raios de uma bicicleta.
Tudo flui, transparece,
Como quando a praga, adoece.
Em rimas, palavras cantam,
Pássaros voam.
O gato mia,
Uma triste melodia.
Em versos, fico na minha.
Moldando palavras,
Como massinhas.
Falando de amor, sem rancor
Como um regozijo...
Erros descomunais,
Acertos portentosos,
Lá e cá...
Essa é a vida,
Essa é a ladainha..
Confio nela e ela também,
Me completo nela, e ela também.
Essa é Marina,
Moldada em versos e rimas,
Auscultando o meu poema,
Sei que ela é minha.
Com erros descomunais e acertos portentosos,
Somos feitos massinhas.
Completos, maciços.
Porém, moldáveis.
Sem uma forma certa,
E sim uma forma congruente.
Eu e ela, abismados com o amor.
Apaixonados sem "cor".
Apenas um feel de amante,
Que quero levar por toda vida.
Adiante. Viva. Curta. Absorva. Seja minha.
Eternos apaixonados,
Concedidos à massinhas.
Erros descomunais,
Acertos portentosos.
Sem pensar em momentos finais,
Levá-la para sempre. Sei que posso.
Marina... amiga, papai, mamãe e titia.
Queremos viver um mundo sem leis...
Um mundo massinha.
Como já dizia nando reis,
"Você invade mais um lugar"
E neste lugar, tornou-se minha.



Depois de um longo tempo sem escrever hahahha na madruga boladão :)

Nenhum comentário:

Postar um comentário