domingo, 13 de dezembro de 2015

Ser, o ser

Coubestes as feras,
feridas de espanto,
cheias de profundas cicatrizes,
com sentimentos, desérticos,
pendulas sob o cálice...
Amar. Sofrer. Sentir.
Amar como vorazes rosas;
Como, na iminência da glicose,
o ecótono sofrer;
E, hereditariamente,
condenados a sentir (.)

4 comentários:

  1. Adorei o detalhe do ponto final entre os parênteses. Parabéns! Continue escrevendo. bjs

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    1. Que bom que entendeu essa parte kkk. Muito obrigado Carol!

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  2. Adoro poesias e ter aluno poeta é muito chique. Parabéns!

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    1. kkkkkkk obrigado Flávia! Ter uma professora que tem gosto por poemas é muito chique.

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