domingo, 13 de dezembro de 2015

Mãe

Batalhadora e norteadora.
Busca sempre o bem alheio.
Abstruiu todos dos mais tenebrosos pesadelos...
Afundada na lástima de ser.
Ser, para muitos, motivo de orgulho, porém,
não tão valorizada o quanto merece, por poucos.
Luta, em virtú de teu seio...
Oh doce prisão inteligível... Liberdade e igualdade?
Já não sei do que se trata.
Cercados de mentiras, injurias.
A dor de não estar, castiga.
Lutou, mediante fatos discrepantes para os em volta.
Hoje, adormece no mais puro louvor,
Em uma pequena casa, suja...
Onde muitos fracos são atraídos, e,
até mesmo, os fortes, carregados.
Amiga e companheira. Leal.
Nem um choro ou promessa a trará de volta,
Por isso, valorize! Especule, ame.
Contemple o mais puro sentimento, o mais verdadeiro.
O descomunal amor de mãe.

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